fonte: ALERT Life Sciences Computing, S.A.
As regras para a utilização por não-médicos dos aparelhos desfibrilhadores, usados para reanimação em caso de paragem cardíaca, e a sua disponibilidade em espaços públicos, como estádios ou centros comerciais, foram aprovadas na sexta-feira passada pelo governo.
No final da reunião do Conselho de Ministros, o secretário de Estado Adjunto e da Saúde, Francisco Ramos, explicou à agência Lusa que o objectivo é "aumentar o uso" do desfibrilhador automático externo, tendo em conta que este aparelho só é útil se for usado rapidamente, nomeadamente em caso de paragem cárdio-respiratória.
"Pretende-se, desta forma, facultar o acesso generalizado a meios de socorro fundamentais para a diminuição de um considerável número de mortes evitáveis por eventos cardiovasculares", é afirmado no comunicado final da reunião do governo, ao qual a agência Lusa teve acesso.
Com esta aprovação, estão criadas as condições necessárias para que equipas "devidamente treinadas" de não-médicos possam usar o equipamento, apesar de a "supervisão médica continuar a ser indispensável".
O Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) será o responsável pela formação dos técnicos, sendo também a entidade com que se devem articular à distância, em caso de assistência, os utilizadores não-médicos do desfibrilhador. O INEM será também o responsável pelo licenciamento da utilização de desfibriladores, quer no âmbito do Sistema Integrado de Emergência Médica (SIEM) quer em locais de acesso público.
As regras para a utilização por não-médicos dos aparelhos desfibrilhadores, usados para reanimação em caso de paragem cardíaca, e a sua disponibilidade em espaços públicos, como estádios ou centros comerciais, foram aprovadas na sexta-feira passada pelo governo.
No final da reunião do Conselho de Ministros, o secretário de Estado Adjunto e da Saúde, Francisco Ramos, explicou à agência Lusa que o objectivo é "aumentar o uso" do desfibrilhador automático externo, tendo em conta que este aparelho só é útil se for usado rapidamente, nomeadamente em caso de paragem cárdio-respiratória.
"Pretende-se, desta forma, facultar o acesso generalizado a meios de socorro fundamentais para a diminuição de um considerável número de mortes evitáveis por eventos cardiovasculares", é afirmado no comunicado final da reunião do governo, ao qual a agência Lusa teve acesso.
Com esta aprovação, estão criadas as condições necessárias para que equipas "devidamente treinadas" de não-médicos possam usar o equipamento, apesar de a "supervisão médica continuar a ser indispensável".
O Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) será o responsável pela formação dos técnicos, sendo também a entidade com que se devem articular à distância, em caso de assistência, os utilizadores não-médicos do desfibrilhador. O INEM será também o responsável pelo licenciamento da utilização de desfibriladores, quer no âmbito do Sistema Integrado de Emergência Médica (SIEM) quer em locais de acesso público.


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